Como Descobri Os Florais

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Antes de começar a tomar florais, eu já tinha ouvido falar sobre eles, mas sem me interessar.

Em 2003, fui com os meus pais à casa de um amigo deles, um conceituado médico oncologista da minha cidade,  e, ali, o meu interesse pelos florais despertou. Culpa do médico que fez um comentário interessante:

Ele observou que muitos dos pacientes que encaravam melhor a doença e o pesado tratamento do câncer tomavam florais. Isso chamou tanto a sua atenção, que ele passou a recomendar que sua família tomasse florais também.

Fiquei com isso na cabeça. Um médico da chamada “linha ortodoxa” falar desse jeito sobre os florais não é pouca coisa! Foi então que eu comecei a pesquisar sobre os florais e, finalmente, tomei coragem para os tomar.

Comecei pelos Florais de Bach e posso dizer: existe uma Rebeca antes e uma Rebeca depois dos florais de Bach.

Na época em que comecei a tomar os florais, eu estava começando a morar sozinha, longe dos meus pais, então, sei que os florais me deram um bom suporte emocional para enfrentar essa nova fase. Foi, também, um período em que resolvi fazer um novo curso universitário e precisei enfrentar outro vestibular – e eu só tinha uma opção: passar em uma universidade federal, pois não teria como pagar uma universidade particular. Durante o período de preparação pro vestibular, praticamente tomei um vidro de floral atrás do outro, sempre escolhendo aqueles florais que me dariam motivação, confiança e foco nos estudos. Deu certo! Passei no vestibular, para o primeiro período no curso de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina, e sei que os florais me ajudaram nessa empreitada.

Para conseguir me auto-“prescrever” (que foi a ideia mesma do Dr. Bach: ele quis criar um tratamento de saúde simples que pudesse ser usado por qualquer pessoa leiga), li vários livros sobre Florais de Bach. Daí, comecei, também, a “receitar” florais para familiares e amigos que me pediam.

Em 2007, mais ou menos, conheci uma terapeuta floral. Na época, ela trabalhava com os florais Saint-Germain e, depois, passou a trabalhar com o florais Gotas do Infinictho. Como só eu me prescrevia floral, fiquei com vontade de ver uma pessoa “de fora” indicando para mim. Foi importante ter uma terapeuta floral naquela época, pois andava numa fase muito agitada, com faculdade, estágio etc, sem muito tempo para me centrar e me auto-analisar. Acho que, mesmo um terapeuta floral precisa, de tempos em tempos, fazer uma “avaliação” sincera, algo que um outro terapeuta floral pode ajudar bastante.

Se você quiser saber um pouco mais sobre os florais, assista a este vídeo, onde respondo a várias perguntas que já me fizeram. Tentei, com isso, esclarecer um pouco mais sobre essa terapia tão acessível às pessoas.

Com carinho e gratidão,

Rebeca

p.s.: Você toma floral? Faz uso de alguma linha específica? Qual? Adoraria saber!