Constelações Familiares: Bert e Sophie Hellinger no Brasil – Eu fui!

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bert e sophie hellinger

As leitoras que assinam a minha newsletter e acompanham o meu Instagram (AQUI) sabem que participei do Seminário do Bert e da Sophie Hellinger que aconteceu aqui no Brasil, em São Paulo, nos dias 7, 8 e 9 de agosto.

Há 3 anos, conheci as Constelações Familiares e me apaixonei por esse método terapêutico. Um único encontro (é e) foi capaz de modificar, para melhor, muita coisa na minha vida e na da minha família. Desde então, comecei a ler livros sobre Constelações, a conversar com consteladores, a buscar vídeos na internet etc. Quis entender – e sentir! – as lições que o Bert Hellinger, com muita sabedoria, nos transmite.

Este ano, iniciei um curso de formação em Constelações Familiares. E, ainda que eu não venha a me tornar uma consteladora (acredito que minha Alma é quem vai me mostrar se devo ser uma ou não), o curso que estou fazendo está me trazendo muito crescimento. A cada módulo, sinto que me transformo um pouco mais e fico com a sensação de expansão no meu espírito.

Por isso, quando soube que o Bert e a Sophie estariam aqui, não quis perder essa oportunidade.

No post de hoje, conto justamente as impressões que tive sobre esse encontro. (E, como disse, não sou consteladora, então, compartilho minhas impressões de leiga que conhece Constelações Familiares há apenas 3 anos e ainda tem muito o que aprender.)

  • Fiquei encantada com a Sophie Hellinger. Até então, só tinha ouvido o Bert Hellinger nos vídeos a que assisti pela internet. Ela é muito elegante, firme, segura e serena ao mesmo tempo. Acho que, por o Bert Hellinger estar mais velhinho, ela acaba conduzindo a maior parte do evento.

  • Mas o Bert Hellinger, mesmo falando um pouco menos que a Sophie, na hora em que ele fala, a gente vê toda a sua lucidez e sabedoria.

  • Foi comentário geral no evento: é bonito ver o Bert e a Sophie juntos! Eles transmitem tanta cumplicidade e harmonia!

    Quanto aos ensinamentos, os que mais me marcaram foram:

  • Só temos forças para ir para a vida quando vamos ao nosso pai. É ele que nos dá coragem pra vida. (Mesmo que ele já esteja falecido.)

  • E, com relação ao nosso pai, só temos uma coisa a dizer: OBRIGADA!

  • Quem nos leva ao nosso pai é a nossa mãe.

  • Com relação aos nossos pais (pai e mãe), nós somos pequenos. Eles são grandes. Nossa vida flui e tem êxito quando reconhecemos isso em nossos corações. Quando somos arrogantes com eles, quando lhes apontamos nosso dedo acusador, quando os julgamos, quando os ‘excluímos’ de nossas vidas, o Amor não flui, a Abudância não nos visita, a Alegria não nos faz companhia.

  • A Sophie disse algo que gerou um certo desconforto no auditório: Vejo que os brasileiros ainda têm um longo caminho até suas mães. E é na mãe que encontramos alegria.

  • Devemos ter gratidão eterna aos nossos pais. Pelos cuidados, pelos sacrifícios que fizeram por nós. Em resumo, por terem nos dado a vida.

  • A lição da Sophie: A gratidão abre todas as portas.(Ela repetiu isso mais de uma vez!)

  • Sentimos falta, no outro, daquilo que falta em nós, daquilo que nós não fazemos. (Por exemplo, a filha reclama que a mãe é fria e distante para com ela. Mas a própria filha não é carinhosa com a mãe. Ela espera que a mãe vá até ela, quando ela poderia ir até sua mãe e demonstrar o seu amor por ela.)

  • Uma sociedade (empresarial) entre três pessoas nunca dá certo. Bert Hellinger disse que não sabe o porquê, mas é o que as Constelações Familiares mostram. A sociedade pode ser de duas pessoas, de quatro, cinco…só não pode ser de três. Quando é de três, há sempre um brigando contra dois.

  • Se as pessoas soubessem o peso que vem junto com a herança, elas não brigariam pelas heranças.

  • Um dos pontos altos do evento foi a palestra do juiz da Bahia, o Dr. Sami Storch. Ele contou como as Constelações Familiares mexeram com a vida dele e como estão ajudando a Justiça, principalmente nas conciliações.

  • O juiz Sami também disse que a lei, muitas vezes, exige o que é pior para o sistema familiar.

  • A Sophie e o Bert chamaram a atenção para a grande responsabilidade que um constelador tem. Ele não pode se esquecer disso e, por essa razão, deve sempre agir SEM INTENÇÃO e COM CORAGEM.

  • A principal mensagem que fica das Constelações Familiares: Dizer SIM à vida. ESCOLHER a vida. VIVER COM ALEGRIA.

  • Aliás, uma frase que a Sophie pediu para uma participante repetir ficou ressoando na minha mente como um mantra: Agora fico em vida. Decido viver e vivo com alegria.

Com carinho e gratidão,

Rebeca

p.s.: Você já tinha ouvido falar em Constelações Familiares? Já constelou ou participou de um encontro alguma vez?